ONU reconhece projeto de Cabo Frio, RJ, como ação da Década dos Oceanos
09/06/2026
(Foto: Reprodução) Vista aérea de área de estudo do projeto aprovado como Ação Oficial da Década das Nações Unidas da Ciência Oceânica para o Desenvolvimento Sustentável (2021–2030)
Divulgação
A Prefeitura de Cabo Frio teve um projeto aprovado como Ação Oficial da Década das Nações Unidas da Ciência Oceânica para o Desenvolvimento Sustentável (2021–2030).
A iniciativa, ligada à Secretaria Adjunta de Economia Azul e Biotecnologia, também foi incorporada a uma rede internacional voltada a soluções para os oceanos, ampliando a visibilidade do município em inovação e sustentabilidade.
A Prefeitura de Cabo Frio, por meio da Secretaria Adjunta de Economia Azul e Biotecnologia, recebeu reconhecimento internacional pelo projeto “Núcleo Azul, Centro de Biocultura: Laboratório Vivo”.
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A proposta foi oficialmente aprovada como uma das ações da Década dos Oceanos da ONU, coordenada pela Comissão Oceanográfica Intergovernamental da UNESCO.
A informação foi confirmada ao município pela equipe responsável pela Década dos Oceanos, que destacou a relevância da iniciativa e a contribuição para o avanço da ciência voltada à preservação e uso sustentável dos mares.
Além da validação, o projeto passou a integrar o Global Ecosystem for Ocean Solutions (GEOS), uma rede internacional que promove o desenvolvimento de soluções inovadoras para desafios enfrentados pelos oceanos em nível global.
O reconhecimento é considerado um marco para as políticas públicas locais ligadas à economia azul, consolidando Cabo Frio como um polo de inovação em sustentabilidade e biotecnologia marinha.
A iniciativa também está alinhada aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) e às diretrizes internacionais de proteção dos ecossistemas costeiros.
De acordo com a Unesco, o projeto foi aprovado após um processo rigoroso de avaliação, que identificou potencial para gerar impactos relevantes a partir da ciência oceânica, da colaboração institucional e de estratégias de desenvolvimento sustentável.
Nos próximos anos, o Centro de Biocultura Azul deve atuar em parceria com instituições nacionais e estrangeiras, incentivando a produção de conhecimento, a inovação tecnológica e o fortalecimento de redes ligadas à economia do mar.
Para o secretário adjunto de Economia Azul e Biotecnologia, Matheus Aragutti Monica, o reconhecimento reforça o papel do município como território comprometido com a ciência e a preservação ambiental.
Segundo ele, a aprovação coloca Cabo Frio em destaque no cenário da Década dos Oceanos e confirma a construção de um modelo de desenvolvimento que combina inovação, conservação ambiental e geração de oportunidades ligadas aos recursos marinhos.
Com a validação, o projeto também ganha maior projeção internacional e passa a integrar os canais oficiais de comunicação da Década dos Oceanos, além de poder utilizar a identidade visual da iniciativa em suas ações institucionais.
Vista do local chamado Dormitório das Garças em Cabo Frio
Divulgação